Sobre sim e não.

Participar dos grupos de whatsapp das mães da escola para acompanhar coleguinhas e polêmicas de perto: Não.

Abração de cair no chão sempre que nos encontramos: Sim.

Contar histórias antes de dormir: Não. Mas tem cafuné e sono de conchinha.

Ser caxias com a joça da fruta que tem que mandar toda terça pra escola: Não. Mas juro que queria. Só não dou conta.

Lavar os narizes com frequência nesta estação complicada: Menos do que deveria. Mas rola.

Evitar as faltas nas terapias do Mateus: Sim!

Quase quatro anos inteiros dedicados a eles: Ah, sim.

Ufa. Dois “sim” seguidos.

Desfralde do Mateus: Este é um não bem culpado e grandão. Porque tem muito mais a ver comigo que com ele. Nem vou explicar porque rende um textão à parte.

Casa organizada: Sim. Organizada pelas crianças. Deve haver alguma lógica nesta bagunça.

Programas incríveis nas tardes do fim de semana para compensar a ausência de segunda a sexta: “Sim” para quando estamos na praia. Porque o programa incrível é praia. E “não” para os fins de semana em SP. É tão bom ficar em casa e, segundo especialistas, “o tédio estimula a criatividade e a independência das crianças”. Não sei você, mas curto esses especialistas.

Vacinas em dia: Sim. Pera, tem uma segunda dose de alguma coisa que preciso levar a Helena para tomar.

Dormir na própria cama a noite toda: Não. E nem sou muito exigente. Se dormissem a noite toda, já seria ótimo. Em qualquer lugar da casa.

Evitar o uso de eletrônicos: Mais ou menos. Não chega a ser um “não”. Mas rola mais do que eu gostaria.

Uso das palavrinhas mágicas “por favor, com licença e obrigado”: Quase sempre “sim”. Quando é “não”, toma bronca.

Quartos lindos com organização exemplar: Ainda não mas já já chego lá.

Alimentação toda trabalhada em alimentos incríveis e orgânicos: Um grande e orgulhoso sim.

Evitar porcarias cheias de açúcar: Mateus, sim, sim e sim. Helena, veja bem, é só de vez em quando. Um pouco mais “quando” do que eu gostaria.

Pais que sejam os principais cuidadores: Sim. Às vezes, mais o pai que a mãe. Às vezes, vice-versa.

Fazer o melhor que posso, que conheço, que consigo, sempre achando que dava pra fazer muito, mas muito, melhor: Sim. Sim. E mais um milhão de “sim”.

 

 

 


 

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